PIQUENIQUE SINFÔNICO, COM ORQUESTRA SINFÔNICA DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS E CONVIDADOS
Data: 18/12 | Domingo
Horário: 10h30
Local: Ao lado da Capela Sagrado Coração de Jesus
Entrada Franca.

Maestro e Diretor Artístico da OSSJC: Marcello Stasi
Solistas Convidados: Carla Domingues (soprano), Jabez Lima (tenor) e Vinicius Atique (barítono).
Coro Adulto Convidado: Coro Jovem Joseense – Regente: Sérgio Wernec
Coros Infantis Convidados:
Coral da Secretaria Municipal de Educação – Regente: Helena Xavier
Meninas Cantoras de Campos do Jordão – Regente: Mere Oliveira

 

 O Parque Vicentina Aranha celebra o final de 2016 com o tradicional Piquenique Sinfônico no próximo domingo (18) às 10h30. O grandioso espetáculo apresentará a obra mundialmente famosa Carmina Burana, uma composição vigorosa e arrebatadora que conquistou palcos e mídia com sua poderosa sonoridade. Para executar a peça, a Orquestra Sinfônica de São José dos Campos acompanhará os solistasCarla Domingues (soprano), Jabez Lima (tenor) e Vinicius Atique (barítono), o Coro Jovem Joseense, bem como os coros infantis Coral da Secretaria Municipal de Educação e Meninas Cantoras de Campos do Jordão, somando cerca de 160 pessoas em cena. O evento também contará com a presença de Food Trucks e Food Bikes regionais das 10h às 15h.

 

O nome desta Cantata: Carmina Burana, origina-se da publicação em 1847 de uma coleção de 254 poemas e textos dramáticos contidos em manuscritos dos séculos XI e XII, encontrados em um velho mosteiro chamado Benediktbeuren, na Alemanha. Em 1937 o compositor alemão Carl Orff (1895-1982), musicou alguns dos poemas e textos dramáticos pertencentes a esta coleção de peças (códex) e montou uma cantata homônima, hoje mundialmente famosa. Escritos por monges e eruditos errantes, o códex traz em seu cerne peças de caráter satírico e moral, cantos primaveris, de amor e festivos. A riqueza desta descrição da vida humana é permeada pela Roda da Fortuna, parábola das constantes mudanças a que o Homem se vê submetido durante toda sua vida.  

 

 O Parque Vicentina Aranha encerra o ano de 2016 com uma média de 70 mil frequentadores mensais que puderam aproveitar toda a intensidade e a multiplicidade da programação oferecida. A Orquestra Sinfônica de São José dos Campos também encerra sua Temporada 2016 com 14 concertos artísticos, que foram apreciados por mais de 24 mil pessoas, e 48 Concertos Didáticos, realizados em 25 escolas da Rede Municipal de Educação para mais de 8 mil alunos e professores. Para este Piquenique Sinfônico, é aguardado um público acima do último concerto da OSSJC no Parque, o Piquenique Sinfônico de Aniversário do Parque Vicentina Aranha, que ocorreu no mês de Abril e reuniu 8 mil apreciadores da música erudita.  

 

O Piquenique Sinfônico de Natal é uma realização da Prefeitura Municipal de São José dos Campos e da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, produzido pela AFAC - Associação para o Fomento da Arte e da Cultura. Conta com o patrocínio do Instituto de Oncologia do Vale, do Laboratório Oswaldo Cruz e da Construtora Tavares Filho; apoio da Artesane Gelateria, Colégio Planck, Hotel Dan Inn e da UNIMED SJC; promoção da rádio Jovem Pan, do jornal O Vale e do Portal Meon.

 

SOBRE A OBRA

 

 Carmina Burana, Carl Orff (1895-1982)

O nome desta Cantata, muito conhecida pelo público, origina-se da publicação em 1847 de uma coleção de 254 poemas e textos dramáticos contidos em manuscritos dos séculos XI e XII, encontrados em um velho mosteiro chamado Benediktbeuren, na Alemanha. O editor deu à coleção um título em Latim que significava Canções (Carmina) de Beuren, abreviando o nome do local onde foram encontrados. Na coleção havia poemas de monges e de eruditos viajantes em latim medieval, assim como versos no vernáculo do alemão falado no fim da Idade média, além de pinceladas de dialetos provençais.

O que caracteriza os poemas utilizados nesta obra é a fuga dos temas religiosos. São tratados assuntos cotidianos e a parábola da Roda da Fortuna, que influencia o destino de todos os seres humanos.

O coro forte e a marcação pulsante da percussão são características únicas da obra, composta em 1937 pelo alemão Carl Orff (1895-1982), que ainda faria mais duas Cantatas inspiradas nos poemas considerados profanos: Catuli Carmina (1943) eTrionfi Dell’Afrodite (1952). Carmina Burana é dividida em movimentos, temos vinte e cinco deles, sendo o último uma repetição do primeiro movimento.

 

SOBRE OS SOLISTAS

 

Carla Domingues (soprano)

Bacharel em Canto pela UFPel/RS e Mestre em Música pela UDESC, Carla Domingues atua como solista em recitais, concertos e óperas a frente de importantes orquestras do Brasil, Uruguai, Chile e Itália. Dentre suas principais atuações estão a personagem Valencienne em A Viúva Alegre (F. Lehár) no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Rainha da Noite em montagens em Chapecó, Campo Grande e Porto Alegre e sua atuação como Amore, na ópera Orfeo e Euridice, de Gluck, juntamente com a Companhia catalã LA FURA DELS BAUS, no Teatro Solís, em Montevidéu, Uruguai. Em agosto de 2015 voltou a interpretar o papel de Rainha da Noite na ópera A Flauta Mágica de Mozart, em Concepción, Chile. Atualmente integra o corpo docente do Departamento de Música da UDESC e atua ainda como professora de Canto na Escola de Música da Camerata Florianópolis (desde 2008). Recentemente atuou como Norina em Don Pasquale, junto a OSPA e lançou um CD com obras de Carlos Gomes em Campinas. 

 

Jabez Lima (tenor) 
Membro do Coro da Osesp desde dezembro de 2014, o tenor Jabez Lima iniciou seus estudos de canto aos 15 anos, com o professor Walter Chamun. Integrou o Coral Jovem do Estado de SP, o Coro Acadêmico da Osesp e a Chorakademie de Lübeck na Alemanha. Participou do Festival de Inverno de Campos do Jordão, tendo aulas com Graciela Araya.  Atualmente é aluno da oficina de música antiga da EMMSP, e recebeu orientações de Nicolau de Figueiredo. Foi solista na obra Carmina Burana, sob a direção do Maestro Cláudio Cruz, em São Paulo e Curitiba. Durante o ano de 2016 participou como solista de diversos concertos com obras medievais e barrocas, incluindo solos com o Coral Paulistano no Theatro Municipal de SP e também com o Coro da OSESP na Sala São Paulo. Recebe orientações de Marília Vargas e Juvenal de Moura.

 

Vinicius Atique (barítono)

Tem se apresentando como solista em teatros do país sob a regência dos principais maestros brasileiros, tendo cantado obras como L’enfant et les sortilèges de Ravel no Theatro Municipal de São Paulo, I Puritani de Bellini no Teatro Amazonas, La Bohème de Puccini, Carmen de Bizet, O Morcego no Theatro Pedro II, Rigoletto no Palácio das Artes em Belo Horizonte, Madama Butterfly de Puccini, Werther de Massenet e O Barbeiro de Sevilha de Rossini no Theatro São Pedro. Em 2016 debutou como Silvio em I Pagliacci e Don Giovanni na ópera homônima em Ribeirão Preto. No repertório Sinfônico cantou Des Knaben Wunderhorn e Carmina Burana com a Amazonas Filarmônica, A Criação sob a regência de Isaac Karabtchevsky na Sala São Paulo, Kindertotenlieder, dentre muitas outras. Atualmente se aperfeiçoa com a mezzo-soprano Dolora Zajick nos EUA. Estudou com os barítonos Mark Pedrotti no Canadá e Carmo Barbosa no Brasil. 

 

PARTES QUE COMPÕEM A OBRA

 

I. PRIMAVERA

01.  O Fortuna                                (Ó Fortuna)

02.  Fortunae plango vulnera           (Eu choro as feridas da fortuna)

03.  Veris laeta facies                      (A alegre face da primavera)

04.  Omnia sol temperata                (O sol tudo esquenta)

05.  Ecce gratum                             (Eis a agradável primavera)

06.  Tanz                                         (Dança)

07.  Floret silva nobilis                      (Cobre-se a nobre floresta )

08.  Chramer, gip die varwe mir        (Mercador, dá-me as cores)

09.  Swaz hie gat umbe                    (Dança circular)

10. Were diu werlt alle min                (Se todo o mundo fosse meu)

 

II. NA TABERNA

11. Aestuans interius                        (Queimando por dentro)

12. Olim lacus colueram                    (Um dia morei no lago)

13. Ego sum abbas                                    (Sou o abade)

14. In taberna quando sumus            (Quando estamos na taberna)

 

III. CORTE DO AMOR

15. Amor volat undique                     (O amor voa por toda parte)

16. Dies, nox, et omnia                     (Dia, noite e tudo)

17. Stetit puella                                 (Era uma menina)

18. Circa mea pectora                       (Em meu peito)

19. Si puer cum puella                       (Se um menino com um menina)

20. Veni, veni, venias                         (Vem, vem, ó vem)

21. In trutina                                     (Na balança)

22. Tempus est iocundum                  (O tempo é de alegria)

23. Dulcissime                                   (Amor querido)

24. Ave formosissima                        (Salve formosíssima)

25. O Fortuna                                    (Repetição da parte do início)

 

 

 

 

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